O Teatro

O Teatro Sérgio Cardoso é um equipamento cultural administrado pela Amigos da Arte, uma Organização Social de Cultura.

Com mais de 40 anos de história, o Teatro Sérgio Cardoso é hoje um dos maiores e mais bem equipados palcos do Estado de São Paulo.

Inaugurado em 1980, o TSC é referência no cenário cultural paulistano e nacional, e se destaca por abrigar grandes musicais e espetáculos de dança, além de algumas das mais relevantes premiações do setor.

Desde 2004, o TSC é administrado pela Amigos da Arte. Os camarins, salas de espera e plateias foram remodelados. As instalações técnicas foram modernizadas, e as salas receberam novos equipamentos de áudio e iluminação, iniciando uma nova fase de sua história.

O Teatro

TSC Digital

Atualmente, o TSC oferece uma programação dinâmica, com opções de espetáculos que podem ser assistidos de forma presencial, digital ou ambos.

A partir de 2020, o Teatro Sérgio Cardoso expandiu sua atuação para o formato digital, abrigando transmissões e gravações de programas que foram adaptados para o meio online, como: #ViradaSP Online, #RevelandoSP Online, #CircuitoSP Online, Festival de Circo Online de São Paulo, Concurso de Batalhas de Rima SP, Concurso de Viola Caipira #RevelandoSP, entre outros.

O TSC Digital é uma iniciativa que busca democratizar o acesso à cultura, ao ofertar de forma online conteúdos de teatro, dança e música, possibilitando o consumo de cultura por qualquer pessoa com acesso à internet em qualquer lugar do mundo.

TSC Digital

Informações técnicas

O TSC possui o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) e adota todos os recursos de sinalização e segurança previstos em Lei. Além disso, as salas possuem uma série de políticas específicas para garantir a mais ampla e segura acessibilidade possível às pessoas com deficiência.

Conhecida como Sala Sérgio Cardoso, este espaço foi rebatizado de Sala Nydia Licia, em 2020, em homenagem à atriz que foi uma das articuladoras do local que viria a se tornar o Teatro, ao lado de seu marido, o ator Sérgio Cardoso. A sala é palco de grandes musicais e espetáculos de dança, além de algumas das mais relevantes premiações do setor.

Já a Sala Paschoal Carlos Magno abriga, em sua maioria, espetáculos infantis ou de natureza experimental, assegurando o incentivo a artistas de alta qualidade que necessitam de espaço para apresentarem seus trabalhos, fortalecendo ainda a formação de público.

Além das ações realizadas nestas duas salas, o equipamento desenvolve o programa “Espaços Alternativos do TSC”, que visa promover a ocupação de ambientes não-convencionais, como foyer, saguões, porão, salas de ensaio e espaços externos, possibilitando ampliar a oferta e a difusão de atividades culturais.

O Teatro Sérgio Cardoso possui ainda quatro salas de ensaio voltadas para Dança e Teatro.

Sala Nydia Lícia

Sala Nydia Lícia

819 lugares + 8 espaços de cadeirantes
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Sala Nydia Lícia

Em 2020, a Sala Sérgio Cardoso foi rebatizada de Sala Nydia Licia, em homenagem à atriz que foi uma das articuladoras do espaço que viria a se tornar o Teatro. Uma das mais bem equipadas salas do país, possui ampla infraestrutura para receber diversas linguagens, tendo como destaque os equipamentos para gravação e transmissão de espetáculos e eventos online.

819 lugares + 8 espaços de cadeirantes
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Captação e Transmissão ao vivo
Sala Paschoal Carlos Magno

Sala Paschoal Carlos Magno

143 lugares + 6 espaços de cadeirantes
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Sala Paschoal Carlos Magno

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Teatro Sérgio Cardoso Digital

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Digital | Online
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Teatro Sérgio Cardoso Digital

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Sub-palco Nydia Lícia

Sub-palco Nydia Lícia

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Sub-palco Nydia Lícia

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Camarins

Camarins

14 Camarins
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Camarins

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Salas de Ensaio

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Salas de Ensaio para Diversas Linguagens
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Salas de Ensaio

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Mezanino

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Amplo Espaço com Biblioteca
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Mezanino

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Café

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20 pessoas
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A história

A história do Teatro Sérgio Cardoso começa no ano de 1954, quando o ator e sua esposa, a atriz Nydia Licia, caminhavam a pé pelo bairro paulistano do Bixiga, de madrugada, voltando das gravações do filme “O Incêndio”, e descobrem na Rua Conselheiro Ramalho o antigo Cine Teatro Espéria. Vislumbraram no velho casarão abandonado, escondido atrás de um tapume e em vias de ser transformado em um mercado ou uma garagem, a oportunidade de realizar um sonho e ter um teatro próprio. Contataram os proprietários do imóvel e formalizaram o aluguel do espaço por dez anos, com opção para mais cinco.

 

O passo seguinte foi a busca de parceiros para a empreitada de reformar o edifício com o objetivo de transformá-lo no teatro mais moderno e confortável da cidade de São Paulo. Para tanto, convidaram os engenheiros Otto Meinberg e Ricardo Capote Valente, que aceitaram o desafio. Assim foi fundada a Empresa Bela Vista, que seria responsável pela reforma e administração do teatro. Em seguida, teve início uma exaustiva campanha para angariar sócios e fundos para concluir a obra. Paralelamente, fundaram uma Companhia com atores jovens e idealistas. Foi assim que, aos 31 anos, Sérgio criou, ao mesmo tempo, um teatro e uma companhia.

 

A Companhia iniciou suas atividades no Teatro Leopoldo Fróes, ainda em 1954, apresentando “O Lampião”, drama de Rachel de Queiroz, com cenários e figurinos de Aldemir Martins, músicas folclóricas selecionadas pelo cineasta Lima Barreto e direção do próprio Sérgio Cardoso, que também interpretava o papel principal. Integravam o elenco Araçary de Oliveira, Rubens de Falco, Leonardo Villar e Carlos Zara. Apesar de uma estreia tumultuada, particularmente na parte técnica, muitas pessoas consideram que essa foi a maior interpretação do ator. A segunda peça encenada foi “Sinhá Moça Chorou”, uma comédia de Ernani Fornari, com cenários e figurinos de Anita de Athayde, também dirigida por Sérgio, que desta vez representou apenas um pequeno papel.

O teatro ficou pronto após dois anos de reformas e recebeu o nome de Teatro Bela Vista. O espetáculo de estreia, em 15 de maio de 1956, foi “Hamlet, Príncipe da Dinamarca”, de Shakespeare. Num texto traduzido pelo poeta Péricles Eugênio da Silva Ramos, a encenação contou com cenário e figurinos de Eduardo Suhr, música especialmente composta pelo maestro Enrico Simonetti e gravada pela Orquestra Sinfônica Municipal. Sérgio Cardoso foi o primeiro diretor brasileiro a dirigir e interpretar um texto de Shakespeare em São Paulo.

 

A programação seguiu com montagens de “Quando as Paredes Falam” e “A Raposa e as Uvas”, em 1956; “O Comício”, “Chá e Simpatia”, (reconhecida como o maior sucesso da companhia e a maior direção de Sérgio), “Henrique IV” e “Três Anjos Sem Asas”, em 1957; “O Casamento Suspeitoso”, “Uma Cama Para Três”, “Amor Sem Despedida” e “Vestido de Noiva” (montagem de grande sucesso da obra de Nelson Rodrigues), em 1958; “Nu Com Violino”, “Trio”, (uma remontagem de três peças que já haviam sido apresentadas no TBC: “Antes do Café”, “O Homem da Flor na Boca” e “Lembranças de Berta”), “Sexy” e a última peça da Companhia Nydia Licia – Sérgio Cardoso encenada no Teatro Bela Vista, “O Soldado Tanaka”.

 

Em 1960, Sérgio Cardoso separa-se de Nydia Licia e sai do Teatro Bela Vista. Não queria mais ficar em São Paulo e partiu para uma excursão pelo Brasil. Separada de Sérgio, Nydia torna-se produtora independente. Na luta para manter o teatro aberto, imprime um ritmo alucinante às produções, com destaque para alguns sucessos, como “Geração em Revolta”, em 1960, “De Repente no Verão Passado” e “Esta Noite Improvisamos”, em 1961. No mesmo ano apresenta a temporada do “New York Repertory Theater” (membros do “Actor’s Studio”), com “Zoo Story”, “Uma Noite com Tennessee Williams”, “Miss July”, entre outras. Dirige “Quem Rouba um Pé Tem Sorte no Amor”, de Dario Fo, em 1962 e “Feitiço”, de Oduvaldo Vianna, em 1963. Produz o espetáculo “Hedda Gabler”, em 1964. Em 1965, contrata o diretor Amir Haddad para realizar “Camila” e, no mesmo ano, produz “Biedermann e os Incendiários”. Em 1966, dirige “Terra de ninguém”. Em 1967, “Esta Noite Falamos de Medo”. Atua em “Um Dia na Morte de Joe Egg”, em 1968 e em “João Guimarães: Veredas”, em 1969. No início dos anos 1970, o Teatro Bela Vista sai das mãos de Nydia Licia, retornando aos proprietários do terreno.

 

Em 1971, o terreno do Teatro Bela Vista foi desapropriado. No mesmo ano iniciou-se a edificação de um teatro com modernas instalações, adaptáveis a quaisquer manifestações cênicas. Inicialmente projetado pelo arquiteto Ugo di Pace, o projeto passa a ser gerido pelo Grupo Soares Ramenzoni. No dia 18 de agosto de 1972, quase um ano após o início da construção, um enfarte fulminante tirou de cena o ator Sérgio Cardoso. Em homenagem, o teatro ganhou seu nome. Como o projeto previa duas salas distintas, a maior delas recebeu o nome do ator. A outra recebeu o nome de Sala Paschoal Carlos Magno, numa homenagem ao animador, produtor, crítico, autor e diretor teatral carioca. Paschoal foi uma personalidade fundamental na dinamização e renovação da cena teatral brasileira, tendo sido o fundador do Teatro do Estudante do Brasil e do Teatro Duse. Após interrupções e recomeços na obra, o teatro foi finalmente concluído em outubro de 1980.

 

A inauguração do Teatro Sérgio Cardoso aconteceu em 13 de outubro de 1980, com uma homenagem ao ator. Foi encenado um espetáculo com roteiro dele próprio, intitulado “Sérgio Cardoso em Prosa e Verso”. No elenco, a ex-esposa Nydia Licia, Umberto Magnani, Emílio di Biasi e Rubens de Falco, sob a direção de Gianni Rato. A peça “Rasga Coração”, de Oduvaldo Viana Filho, protagonizada pelo ator Raul Cortez e dirigida por José Renato, cumpriu a primeira temporada do novo teatro.

 

Em 2004, o Teatro Sérgio Cardoso passou a ser administrado pela Amigos da Arte. A partir deste momento teve os camarins, salas de espera e plateias remodeladas. As instalações técnicas também foram modernizadas e as salas receberam novos equipamentos de áudio e iluminação, principiando uma nova fase de sua história e criando um dos maiores e mais bem equipados palcos do Estado de São Paulo.

 

Em 2020, a Sala Sérgio Cardoso foi rebatizadas de Sala Nydia Lícia, em homenagem à atriz que foi uma das principais articuladoras do espaço que viria a se tornar o Teatro.

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Conselho Administrativo | Presidente
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Conselho Administrativo | Conselheiros
Ananda Stucker, Christiana Tess, Karla Mendes, Luiz de Alencar Lara, Luiza Gottschalk, Maria Herminia Penteado Pacheco e Silva Moccia, Paulo Bilyk e Tadeu da Fonseca Jungle
Conselho Fiscal | Conselheiros
Antonio Carlos Bonini Santos Pinto, João Otávio Pinheiro Olivério e Natanael de Souza Oscar
Diretora Geral
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Diretora Administrativa Financeira
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Diretor de Arte e Cultura
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Superintendente Técnica
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Produção Executiva
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Produção Técnica e Artística
Alex Flavio de Sousa, Everton Da Silva Máximo, Gabriel Galasi Guimil, Geraldo Neto, Janaina do Nascimento, Kelli Cristina Garcia da Silva, Marlon Bonifácio Mendes, Paola Valentina Xavier dos Santos, Rafael Souza e Victor Beu Vertullo
Projetos Especiais
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Comunicação
Bruna Provazi, Elisa Gudin, Emílio Rogê Alvez, Juliana Ferraz Augusto e Rafael Akio Benites de Campos
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Desenvolvimento Institucional
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Administrativo
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Administrativo
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EDITAIS E CHAMADAS
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DIFUSÃO DIGITAL
Nina Dutra de Oliveira
GERÊNCIA JURÍDICA
Luís Nader e Rodrigo Bastos
Teatro Sérgio Cardoso e Teatro de Araras
Adjanilson Rodrigues Batista, Alam Medison da Costa Dos Santos, Douglas Chinaglia, Luciana Esteves, Marcelo Zore, Márcio Donizete da Silva, Marcio Gallacci Pereira, Maria Audilene de Freitas, Marisis Pacheco, Mauricio Alves Freire, Natasha Caroline Araújo e Ricardo de Jesus Leite
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